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19.12.11

Dia 7 (4ª):

Metro - Apanhar em Warschauer Strasse a S5 no sentido Westkreuz, a S7 no sentido Potsdam ou a S75 ou a S9 no sentido Spandau, sair em Friedrichstrasse, apanhar a S1 no sentido Wannsee, a S2 no sentido Blankenfelde ou a S25 no sentido Teltow Stadt, sair em Brandenburger Tor (20m)

Brandenburger Tor
Pariser Platz
Hotel Adlon
DZ Bank
USA Embassy

Humboldt Universitat
Neue Wache
Kronprinzenpalais
Deutsches Historisches Museum - 10h-18
Friedrichs-Werdersche Kirche - 10h-18
Berliner Dom

Altes Museum - 10h-18
Neues Museum - 10h-18
Alte Nationalgalerie - 10h-18
Pergamonmuseum - 10h-18

Marienkirche
Neptunbrunnen
Rotes Rathaus
Fernsehturm
Nikolaiviertel
Nikolaikirche
Alexanderplatz

Metro - Apanhar em Alexanderplatz a S5 no sentido Westkreuz, a S7 no sentido Potsdam ou a S75 ou a S9 no sentido Spandau, sair em Charlottenburg, apanhar em Wilmersdorfer Strasse a U7 no sentido Rathaus Spandau, sair em Richard-Wagner-Platz (20m)

Schloss Charlottenburg

Metro - Apanhar em Westend a S42 no sentido Sudkreuz ou a S46 no sentido Konigs Wusterhausen, sair em Westkreuz, apanhar a S3 no sentido Erkner, a S5 no sentido Strausberg Nord, a S7 no sentido Ahrensfeld, a S75 no sentido Warterberg ou a S9 no sentido Flughafen Berlin-Shoenefeld, sair em Warschauer Strasse (35m)

8.10.11


O Pergamonmuseum, desenhado por Alfred Messel e Ludwig Hoffmann e construído de 1910 a 1930, contém arte e arquitectura clássicas Grega, Babilónia, Romana, Islâmica e Oriental divididas em três secções: a Colecção de Antiguidades Clássicas, o Museu das Antiguidades do Médio Oriente e o Museu da Arte Islâmica.

 
A obra prima do museu é o Altar Pergamon, construído a 165 a.c. como parte do templo de Zeus e Atena e descoberto em 1876 na actual Turquia, onde é representada a batalha dos Deuses contra os Titãs (visível da foto à esquerda).


 
Também a ver a Porta do Mercado de Miletus, do século II, uma obra prima da arquitectura romana do tempo do Imperador Marco Aurélio, e a Porta de Ishtar, construída durante o reinado de Nebuchadnezzar II na Babilónia (visível da foto à direita).



 
Na Colecção Islâmica, salienta-se o Palácio de Califa, construído no século VIII na actual Jordânia e a Sala Aleppo, da Síria do século XVII (representada na foto).




Nós delirámos com este museu que, na nossa opinião e pela nossa experiência, só encontra rival no British Museum em Londres. Apesar das nossas já bastante elevadas expectativas, o Pergamonmuseum revelou-se uma surpresa. É um museu diferente de todos os que já vimos, uma vez que em vez de vasos ou estátuas podemos efectivamente ver toda a fachada de um edifício ou toda uma sala. 


Juntamente com a Philharmonie, foi provavelmente a melhor experiência que tivemos em Berlim, e é sem sombra de dúvida o melhor museu de Berlim.

7.10.11

  
A Alte Nationalgalerie, construída por Friedrich Stuler em 1863, exibe arte europeia do século XIX, incluindo quadros de Pissarro, Cézanne, Delacroix, Degas, van Gogh, Monet, Manet e Renoir e esculturas de Reinhold Begas e Otto Geyers. Alberga a maior colecção do mundo de Adolph von Menzel, um dos artistas mais conhecidos de Berlim.

O museu em si não fica na memória, mesmo para apreciadores da pintura impressionista (que é o caso). No entanto, apreciámos bastante as salas dedicadas a von Menzel.

6.10.11


Desenhado por Friedrich Stuler e construído entre 1843 e 1855, o Neues Museum foi encerrado pelos nazis em 1939 e ficou muito danificado nos bombardeamentos da 2ª Guerra Mundial. A reconstrução foi projectada pelo arquitecto britânico David Chipperfield e o museu reabriu em 2009, albergando a colecção egípcia e a colecção pré-histórica.

De salientar o famoso busto da rainha egípcia Nefertiti, que data de 1360 a.c e que foi descoberto em 1912, o busto da Rainha Tiy e a Passagem Monumental de Kalabasha, construída pelo Imperador Augusto em 30 a.c.

Apesar de não sermos apreciadores de arte pré-histórica, tínhamos altas expectativas em relação ao Neues Museum e ficámos um pouco desapontados. O edifício em si está muito bonito e tem uma arquitectura no mínimo original uma vez que, apesar de ter sido reconstruído, não pretende esconder os danos que o museu sofreu durante a 2ª Guerra Mundial. No entanto, não achámos a colecção interessante - pelo menos em comparação com os outros museus que visitámos na Museuminsel.

5.10.11



O Altes Museum, desenhado por Schinkel em 1830 e restaurado em 1966, tem uma arquitectura semelhante um templo grego coríntio e exibe arte e escultura da antiga Roma e da antiga Grécia - estátuas gregas, estátuas romanas, vasos, jóias e baixelas de ouro e prata. Juntamente com os restantes edifícios da Museuminsel foi eleito Património Mundial da Unesco em 1999. 

 
O Altes Museum oi o primeiro museu que nós visitámos na Museuminsel e gostámos bastante. Foi-nos fornecido um áudio-guia gratuito com informação detalhada em inglês sobre algumas das peças em exposição. 
O museu tem dois andares e, no geral, é um museu que se vê bastante bem - não sendo muito grande, tem o essencial. Enquanto lá estivemos estava a ocorrer uma exposição temporária bastante interessante sobre o erotismo na arte antiga. No total, demorámos duas horas a visitar este museu. 

4.10.11


Após a passagem da Schlossbrucke encontra-se a Museuminsel, a ilha no rio Spree onde Berlim começou a ser edificada, no século XIII, e que em 1999 foi eleita Património Mundial da Unesco. Começamos por ver a Berliner Dom, catedral contruída em 1454 e reconstruída em 1905 no estilo neobarroco. 

 
A Berliner Dom era a igreja da família real de Hohenzollern, encontrando noventa dos seus membros enterrados na sua cripta (salientando-se os túmulos de Frederico I e de Sofia-Carlota, esculpidos por Andreas Schluter).
 

 
A catedral é muito bonita por fora. Não a visitámos por dentro, uma vez que a entrada não é gratuita e nós temos por regra não visitar igrejas que cobram entrada, uma vez que achamos isso contra os princípios da religião católica. 


Por outro lado, lemos várias críticas que indicavam que o interior da igreja não era muito interessante esteticamente, e que a visita só valeria a pena pela possibilidade da subida à torre, com consequente vista para a Museuminsel.